ESPECIAL: Razões para NÃO reduzir a maioridade penal

1 maio

Esse artigo escrito pelo estudante de jornalismo da Cásper Líbero, Vínicius Bocato, é um bom exemplo de artigo de opinião sobre a redução da maioridade penal. Importantes argumentos são debatidos com vistas contrárias a essa diminuição e são seguidas por exemplos pertinentes. O próximo tema a ser debatido nas aulas de Produção de texto do 2º Ano Médio.

Desconstruindo para construir

Na última semana uma tragédia abalou todos os funcionários e alunos da Faculdade Cásper Líbero, onde estou terminando o curso de jornalismo. O aluno de Rádio e TV Victor Hugo Deppman, de 19 anos, foi morto por um assaltante na frente do prédio onde morava, na noite da terça-feira (9). O crime chocou não só pela banalização da vida – Victor Hugo entregou o celular ao criminoso e não reagiu –, mas também pela constatação de que a tragédia poderia ter acontecido com qualquer outro estudante da faculdade.

Esse novo capítulo da violência diária em São Paulo ganhou atenção especial da mídia por um detalhe: o criminoso estava a três dias de completar 18 anos. Ou seja, cometeu o latrocínio (roubo seguido de morte) enquanto adolescente e foi encaminhado à Fundação Casa.

Óbvio que a primeira reação é de indignação; acho válida toda a revolta da população, em especial…

Ver o post original 2.299 mais palavras

Imagem

Computers on the table

15 abr

Computers on the table

O uso do computador nas escolas públicas do estado de SP é bem desigual, mas na maioria das vezes é esse o tipo de situação que se verifica na maioria delas.

Computers on the table: ensinar inglês numa escola pública

15 abr

Para quem, como eu, se questiona se na prática aquelas mirabolantes teorias maquinadas dentro das universidades realmente funcionam, escrever esta monografia veio para reforçar a resposta que tive: depende.

Quando o assunto é Educação estamos lhe dando com uma estrutura extremamente complexa. São diversos os elementos que combinados implicam no sucesso ou insucesso das teorias quando aplicadas às práticas pedagógicas. Essas práticas que na maioria dos casos deveriam vir atreladas à vivência, ao cotidiano dos alunos em suas relações sociais.

 A informática, as mídias digitais e os recursos tecnológicos em geral têm modificado sobremaneira o modo como essas relações são estabelecidas. Eu que sempre fui fascinada pelo assunto não poderia deixar de explorá-lo, pois da mesma maneira que sinto prazer em utilizá-los sei podem contribuir para a melhoria do meu trabalho pedagógico.

O computador, por exemplo, por sua versatilidade contém recursos com aplicabilidade em diversas áreas do conhecimento e eu observo que apesar da uma sala de informática ser mantida na escola em que eu trabalho poucos professores fazem utilização dela.

A princípio quando ingressei no curso pensei se tratar de mais um curso EAD e durante os primeiros módulos tudo correu tranquilamente.

Certa manhã, uma professora que também fazia este curso me disse que ao final uma monografia teria que ser entregue e que nos apresentaríamos para uma banca na USP. Enquanto ela me esclarecia sobre os trâmites burocráticos uma leve gota de suor escorria por minhas têmporas.

Aí a coisa começou a ficar séria!

Como base para escrever a monografia utilizei um pré-projeto que havia escrito num curso de extensão da PUC – Teacher’s Link. Como esse é quarto trabalho acadêmico que redijo não me senti tão apavorada, mas fiquei imaginando o quanto devem ter sofrido aqueles professores que nunca haviam elaborado um trabalho acadêmico sequer na vida, pois requer do profissional uma mudança de postura. Saímos do sendo comum para enxergarmos nossa realidade com um olhar científico o de pesquisador.

A reta final foi a mais puxada.

 Eu que acumulo cargo no Estado e na Prefeitura de São Paulo tive que utilizar de todos os recursos disponíveis para poder ter um dia inteiro livre para me dedicar e escrever. Dei meu sangue literalmente por esse trabalho (doei).

Em contrapartida, as recompensas são gratificantes.

Além de ter sido orientada por uma excelente profissional com a qual aprendi muito, estou habilitada para ajudar outros professores a utilizarem os recursos midiáticos nas aulas deles. E o mais importante é saber que o que estudei e pesquisei não vai ficar restrito a mim e aos meus alunos, mas que esse trabalho vem contribuir também para melhoria da qualidade de ensino da minha escola e da minha comunidade.

AEL Machado de Assis

27 nov

Guarulhos ganha primeira Academia Estudantil de Letras

Alunos da rede estadual de ensino ocupam cadeira de imortais aos moldes da Academia Brasileira de Letras.

Por Shirlei Alexandra da Cunha

No dia 23 de Novembro de 2012, a E.E Prof.ª Maria Aparecida, Guarulhos, tornou-se sede da segunda Academia Estudantil de Letras em escolas de rede estadual de ensino, AEL Machado de Assis.

Seguindo os moldes da Academia Brasileira de Letras, a professora Maria Sueli da Fonseca Gonçalves, em 2005, descobriu uma maneira lúdica de despertar o prazer pela literatura nos alunos da EMEF Pe. Antonio Vieira, localizada na zona leste da capital paulistana. A proposta chegou a Guarulhos pelas mãos da professora de língua portuguesa Shirlei Alexandra da Cunha que já desenvolve na EMEF Prof. Abrão de Moraes, também na zona leste, o projeto com os alunos de Ensino Fundamental II.

Desde abril, a professora Shirlei se reúne com os alunos duas vezes por semana para tratar de literatura nacional e internacional. Na academia estudantil, Natanael é Luis Vaz de Camões, Amanda é Ziraldo, Vanessa é Machado de Assis, Pâmela é Pedro Bandeira, Natália é Edgar Allan Poe. No total são nove acadêmicos de sexto ano do Ensino Fundamental II que escolheram qual “imortal” representar. Eles não somente leem suas obras, mas discutem, interpretam suas personagens e transportam para a própria vida aquilo que os livros mostram.

O interesse despertado pela leitura de grandes autores traz consigo o desenvolvimento de uma postura acadêmica. O hábito da disciplina do estudo desenvolve o protagonismo infanto-juvenil, estimula a criatividade e o desabrochar do potencial que cada aluno tem dentro de si.

Iniciativas que promovam a melhoria da qualidade de ensino, como as da E.E Prof.ª Maria Aparecida Rodrigues, devem ser divulgadas para que sejam ampliadas e realizadas em mais escolas da rede, assim, recebendo total apoio da Secretaria Estadual de Educação.

O Cortiço–Análise de leitura

22 out
Português: O escritor brasileiro Aluísio Azeve...

Português: O escritor brasileiro Aluísio Azevedo (1857-1913) (Photo credit: Wikipedia)

Instruções:

  • Copie as questões em um processador de texto ex. WORD
  • Responda as questões em sua sequência
  • Salve o texto com se primeiro nome, número  e série, como no exemplo: shirlei_35_2F_trabalho
  • Envie o documento para o emai: fessorinhashi@hotmail.com
  • download do livro: O Cortiço-Aluísio Azevedo (clique na imagem)
  • Data limite: 26/11/2012

1. O Naturalismo desenvolveu-se paralelamente ao movimento Realista, sendo uma espécie de Realismo que carregado nas tintas. Nem por isso deixou de dar origem a obras de grande valor, apesar de – no Brasil – primar pela mediocridade.
Influenciado pelo desenvolvimento das ideias científicas na época, especialmente na área das ciências biológicas e sociais, o Naturalismo tentava explicar de forma materialista ou científica os fenômenos da vida e do comportamento humano.

As obras naturalistas são também chamadas de romances de tese: apresentam um ponto de vista e tentam demonstrá-lo através dos fatos narrados. Em geral, focalizam o lado patológico dos indivíduos ou da sociedade, ou seja, as piores situações sociais, as taras humanas, vistas como consequências da hereditariedade, de doenças, vícios, má formação do caráter e das relações sociais.

A caracterização das personagens de O cortiço é feita de forma detalhada e caricatural, com o recurso do expressionismo. Botelho, por exemplo, é
comparado a um abutre. É importante lembrar que o protagonista da obra é o próprio cortiço e a antagonista,a miséria.

No livro O Cortiço temos um belo exemplo de obra naturalista abordando os mais diversos tipos humanos. Cite os personagens que representam

Homossexualismo
Burguesia
Prostituição
Adultério
Ambição

2. Leia o seguinte comentário a respeito de O Cortiço, de Aluísio Azevedo:
“Com efeito, o que há n’ O Cortiço são formas primitivas de amealhamento*, a partir de muito pouco ou quase nada, exigindo uma espécie de rigoroso ascetismo inicial e a aceitação de modalidades diretas e brutais de exploração, incluindo o furto (…) como forma de ganho e a transformação da mulher escrava em companheiramáquina.(…) Aluísio foi, salvo erro meu, o primeiro dos nossos romancistas a descrever minuciosamente o mecanismo de formação da riqueza individual. (…) N’ O Cortiço [o dinheiro] se torna implicitamente objeto central da narrativa, cujo ritmo acaba se ajustando ao ritmo da sua acumulação, tomada pela primeira vez no Brasil como eixo da composição ficcional.
(Antonio Candido, De cortiço a cortiço. In: O discurso e a cidade. São Paulo: Duas Cidades, 1993, p. 129-3.)
*amealhar: acumular (riqueza), juntar (dinheiro) aos poucos
a) Explique a que se referem  as modalidades diretas e brutais de exploração que  a personagem emprega emprega.
b) Identifique a “mulher escrava” e o modo como se dá sua transformação “em companheira-máquina”.

3. Assista ao video e responda o que se pede.

Análise literária O Cortiço–Aluísio Azevedo

Que diferenças são destacadas entre os personagens do Romantismo e do Naturalismo?

4.Zoomorfismo
Do ponto de vista mais genérico e amplo, as personagens do romance são designadas como animal ou besta; afinal, suas existências se resumem a “comer,
dormir e procriar”. O gosto naturalista pela fisiologia acentua esta concepção da vida, limitada ao sexo e à nutrição, sem espaço para as atividades do espírito. São formas de tratamento que indiciam a irracionalidade da espécie humana, reduzida que é aos instintos. Como forças brutas, só podiam servir para a exploração. Retire do livro dois  excertos  ilustram tal procedimento.

5. O espaço em que se constrói a hospedaria popular de João Romão se situa no bairro de Botafogo e, aparentemente, Azevedo idealizou um cortiço um pouco mais espaçoso do que os que são vistos em fotos e gravuras da época. No entanto, os locais sitados descrevem perfeitamente a estrutura da sociedade brasileira do século XIX.

Identifique  no google maps os espaços percorridos por Jerônimo após a emboscada a Firmo.

“Chovia agora muito forte. Só pararam no Catete, ao pé de um quiosque; estavam encharcados; pediram parati e beberam como quem bebe água. Passava já de onze horas.
Desceram pela Praia da Lapa*; ao chegarem debaixo de um lampião, Jerônimo parou suando apesar do aguaceiro que cala.
— Aqui têm vocês, disse, tirando do bolso as quatro notas de vinte mil-réis. Duas para cada um! E agora vamos tomar qualquer coisa quente em lugar seco.
— Ali há um botequim, indicou o Pataca, apontando a Rua da Glória.
Subiram por uma das escadinhas que ligam essa rua à praia, e daí a pouco instalavam-se em volta de uma mesa de ferro. Pediram de comer e de beber e puseram-se a conversar em voz soturna, muito cansados.
A uma hora da madrugada o dono do café pô-los fora. Felizmente chovia menos. Os três tomaram de novo a direção de Botafogo; em caminho Jerônimo perguntou ao Pataca se ainda tinha consigo a navalha do Firmo e pediu-lha, ao que o companheiro cedeu sem objeção.”

*atual Aterro do Flamengo

6.“Noventa e cinco casinhas comportou a imensa estalagem.
Prontas, João Romão mandou levantar na frente, nas vinte braças que separavam a venda do sobrado do Miranda, um grosso muro de dez palmos de altura, coroado de cacos de vidro e fundos de garrafa, e com um grande portão no centro, onde se dependurou uma lanterna de vidraças vermelhas, por cima de uma tabuleta amarela, em que se lia o seguinte, escrito a tinta encarnada e sem ortografia: ‘Estalagem de São Romão. Alugam-se casinhas e tinas para lavadeiras’. As casinhas eram alugadas por mês e as tinas por dias: tudo pago adiantado. O preço de cada tina, metendo a água, quinhentos réis, sabão à parte. As moradoras do cortiço tinham preferência e não pagavam nada para lavar.
Graças à abundância de água que lá havia, como em nenhuma outra parte, e graças ao muito espaço de que se dispunha no cortiço para estender a roupa, a
concorrência às tinas não se fez esperar; acudiram lavadeiras de todos os pontos da cidade, entre elas algumas vindas de bem longe. E, mal vagava uma das casinhas, ou um quarto, um canto onde coubesse um colchão, surgia uma nuvem de pretendentes a disputá-los.
E aquilo se foi constituindo numa grande lavanderia, agitada e barulhenta, com as suas cercas de varas, as suas hortaliças verdejantes e os seus jardinzinhos de três e quatro palmos, que apareciam como manchas alegres por entre a negrura das limosas tinas transbordantes e o revérbero das barracas de algodão cru, armadas sobre os lustrosos bancos de lavar. E os gotejantes jiraus, cobertos de roupa molhada, cintilavam ao sol, que nem lagos de metal branco. E naquela terra encharcada e fumegante, naquela umidade quente e lodosa, começou a minhocar, a esfervilhar, a crescer, um mundo, uma coisa viva, que parecia brotar espontânea, ali mesmo, daquele lameiro, e multiplicar-se como larvas no esterco.”(Aluísio Azevedo. O cortiço, cap. I.)

Em seu livro Mimesis (Perspectiva, São Paulo, 1973), o crítico Eric Auerbach analisa a obra de Émile Zola e levanta os seguintes traços fundamentais para a caracterização de um texto naturalista:
1) pintura literária do puramente sensível;
2) apresentação verdadeira da sociedade;
3) imagem do trabalho popular;
4) quadro típico da classe operária da época;
5) luta entre o capital e a classe trabalhadora;
6) convite a uma reforma social;
7) estilo baixo usado com seriedade;
8) renúncia ao belo agradável;
9) sugestão sensível do feio e do repulsivo;
10) objetividade do relato;
11) visão desconsoladora do homem infeliz;
12) ênfase no embrutecimento da vida;
13) compromisso com a verdade tirânica, ingrata;
14) exagero e simplificação brutal;
15) psicologia materialista.
Selecione, no excerto de O Cortiço, passagens que ilustrem os traços 3, 4, 12 e 13, sublinhando palavras ou expressões que possam confirmá-los.

7.

Jerônimo bebeu um bom trago de parati, mudou de roupa e deitou-se na cama de Rita. – Vem pra cá… disse, um pouco rouco.
– Espera! espera! O café está quase pronto!
E ela só foi ter com ele, levando-lhe a chávena fumegante da perfumosa bebida que tinha sido a mensageira dos seus amores (…)
Depois, atirou fora a saia e, só de camisa, lançou-se contra o seu amado, num frenesi de desejo doído.
Jerônimo, ao senti-la inteira nos seus braços; ao sentir na sua pele a carne quente daquela brasileira; ao sentir inundar-se o rosto e as espáduas, num eflúvio de baunilha e cumaru, a onda negra e fria da cabeleira da mulata; ao sentir esmagarem-se no seu largo e peludo colo de cavouqueiro os dois globos túmidos e macios, e nas suas coxas as coxas dela; sua alma derreteu-se, fervendo e borbulhando como um metal ao fogo, e saiu-lhe pela boca, pelos olhos, por todos os poros do corpo, escandescente, em brasa, queimando-lhe as próprias carnes e arrancando-lhe gemidos surdos, soluços irreprimíveis, que lhe sacudiam os membros, fibra por fibra, numa agonia extrema, sobrenatural, uma agonia de anjos violentados por diabos, entre a vermelhidão cruenta das labaredas do inferno.
Pode-se afirmar que o enlace amoroso entre Jerônimo e Rita, próprio à visão naturalista, consiste
A) na condenação do sexo e conseqüente reafirmação dos preceitos morais.
B) na apresentação dos instintos contidos, sem exploração da plena sexualidade.
C) na apresentação do amor idealizado e revestido de certo erotismo.
D) na descrição do ser humano sob a ótica do erótico e animalesco.
E) na concepção de sexo como prática humana nobre e sublime.

8.

Considere o seguinte excerto de O cortiço, de Aluísio Azevedo, e responda ao que se pede. (…) desde que Jerônimo propendeu para ela, fascinando-a com a sua tranquila seriedade de animal bom e forte, o sangue da mestiça reclamou os seus direitos de apuração, e Rita preferiu no europeu o macho de raça superior. O cavouqueiro, pelo seu lado, cedendo às imposições mesológicas, enfarava a esposa, sua congênere, e queria a mulata, porque a mulata era o prazer, a volúpia, era o fruto dourado e acre destes sertões americanos, onde a alma de Jerônimo aprendeu lascívias de macaco e onde seu corpo porejou o cheiro sensual dos bodes. Tendo em vista as orientações doutrinárias que predominam na composição de O cortiço, identifique e explique aquela que se manifesta no trecho a e a que se manifesta no trecho b, a seguir:

Acesse este link sobre as teorias científicas em que os Realistas e Naturalistas se embasavam. Leia aqui

a) “o sangue da mestiça reclamou os seus direitos de apuração”.

b) “cedendo às imposições mesológicas”.

CAPA SEGUNDO ABNT

14 jun

SHIRLEI ALEXANDRA DA CUNHA (NOME DO ALUNO- FONTE 12)

N. SÉRIE


ANÁLISE DE LEITURA DO LIVRO MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS DE MANUEL ANTÔNIO DE ALMEIDA

(TÍTULO DO TRABALHO- FONTE 14)


E.E PROF.ª MARIA APARECIDA RODRIGUES (NOME DA INSTITUIÇÃO)

GUARULHOS – SP (LOCAL)

06/2012 (DATA)


Educar pode ser divertido

28 maio

Uma estrutura doente onde agonizam alunos, professores, funcionários e direção. Problemas que se sobrepõem, infindáveis motivos de raiva angústia, apatia. E lá fora todo paternalismo assiste materialmente com leite, bolsa família, caderno, livro, mas abandona a própria sorte os filhos da pátria sem assistência humana necessária a formação emocional.

Resgate de cidadãos sem cidadania que se apegam a leis que os protegem, mas não cumprem com as obrigações que deveriam. Quem entra pode sair dilacerado e corrompido. Com feridas abertas que nunca cicatrizam. Se arrasta pelos corredores, endurece, amofina. Enquanto a sociedade aponta, culpa e sentencia ao fardo chamado de sacerdócio prisão para alguns libertação para outros.

Briga, bullying, bater, o caralho a quatro já às 7 horas da manhã. Reproduzem na sala de aula o que vivenciam 24 horas em casa. Ai, meu Deus! Clame a Jesus, a Buda, a Alá. Vá reclamar ao papa, ao bispo ou chame a polícia. Nem despacho pra Exu consegue abrir os caminhos.

Dizem por aí… Implode tudo e começa do 0!

Mas se tem gente que diz que isso aqui é um umbral, nós que nos consideramos “mais evoluídos” somos chefes dele e gerenciamos o caos.Desistir se ainda faltam 15 anos pra se aposentar? Ou melhor sair daqui e buscar outro lugar.

Se passamos a maior parte do nosso tempo atrás dos muros escolares é melhor que o que é divertido entre junto com a gente também. Educar pode ser divertido. Doce, bala, bombom, chocolate, violão, cantar, tocar, brincar de roda, pega pega, video game, computador, desenhar, pintar, Mettalica, Madona, Pet Shop Boys, Marisa Monte, Kid Abelha, Ivete Sangalo, histórias em quadrinhos, dança do ventre, poemas de Vinícius, , dançar, encenar, gatos, natureza, flores, dormir, amar, ajudar o próximo, Contos, crônicas, sexo, Caderno Cotidiano ou Ilustrada, Nickel Náusea, suco de limão, batom, mini saia, pão de leite, Mc Muffin Bacon, sorvete, bolo farofa, dominó, Dream on, E o vento levou…, Grease, baralho cigano, beijo na boca, abraços apertados…